Quando o guia começa a falar
Você chega perto de um lugar que vale ouvir e a história começa, sem digitar nada, sem parar o carro e sem olhar a tela.
Ligar o guia é a última coisa que você faz com o celular na mão. Dali em diante ele pode ficar no bolso. A narração acompanha o seu deslocamento. Ela começa sozinha quando você chega perto de um lugar que vale ouvir. A viagem ganha um narrador.
O que faz a história começar
A sua chegada, e nada mais. Você não digita o nome do lugar, não aperta botão na hora certa e não precisa saber de antemão o que vem pelo caminho.
Vale andando, dirigindo ou pedalando. E vale principalmente para o lugar que você nem sabia que estava ali, que costuma ser o melhor da viagem.
Por que ele fala sozinho
Quem dirige não pode olhar a tela. Foi essa a primeira decisão do produto.
Um guia que pede atenção no aparelho acaba não sendo usado no carro. E o guia que você precisa abastecer de endereços antes de sair vira mais uma tarefa.
Quanta coisa já tem voz
O acervo passa de 16 mil áudio-guias, com guia narrado em 14 países. O mapa é maior: são mais de 2 milhões de pontos mapeados, com o Tuggi presente em 48 países.
Abrir o mapa, ver as rotas e ler o nome e a descrição de qualquer ponto não custa nada. Já a narração que começa sozinha é o que as suas horas de guia ligam.
O que aparece na tela enquanto ele fala
O nome do lugar e a descrição dele ficam na tela enquanto ele fala, para quando você quiser olhar. Dá para ouvir a história inteira sem tocar no aparelho.
O texto completo da narração fica atrás do botão CC do cartão, que nasce desligado e liga com um toque. Ele abre a história de uma vez, e quem rola é você, no seu ritmo.
Suas horas de boas-vindas já estão no app.
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