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Percurso de Áudio Autoguiado

Elétrico 28 — Pelos Montes de Lisboa

Percurso de áudio autoguiado · Lisboa

Duração
31 min
Distância
14,2 km
Paragens
14
Dificuldade
Moderada
Acessibilidade
Parcialmente acessível
Melhor altura
Manhã, Tarde
Idiomas
English, Español, Português (PT), Italiano

Acompanhe o percurso do Elétrico 28, o elétrico mais famoso do mundo. De Martim Moniz ao Cemitério dos Prazeres, passando por Alfama, Sé, Miradouros, Bairro Alto, Chiado e Estrela — as colinas mais encantadoras de Lisboa.

O que vai ver e ouvir

As paragens deste percurso, por ordem — com pré-visualizações de áudio quando disponíveis.

  1. Amália Rodrigues (1997)

    Casa Museu Amália Rodrigues. Esta casa, onde a grande fadista viveu por quase 50 anos, abriu as portas ao público em 2001. Foi transformada em museu após a sua morte em 1999. O espaço preserva o ambiente original, convidando a uma imersão na atmosfera única da casa. Amália Rodrigues, a Rainha do Fado, nasceu em 1920 e levou a música portuguesa para o mundo. Ela foi a primeira mulher a ser sepultada no Panteão Nacional. Uma curiosidade é que ela foi a primeira artista portuguesa a aparecer na televisão americana em 1953.

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  2. Maria argentine pires dos santos

    Maria Argentine Pires dos Santos, uma figura celebrada, surgiu em meados do século XX, fundando seu renomado restaurante, "Parreirinha de Alfama", em 1950. Inicialmente cozinheira, ela migrou para o canto do Fado, tornando-se uma artista respeitada. Um marco singular em sua carreira foi a recusa em se apresentar publicamente por muitos anos, uma decisão motivada por circunstâncias pessoais, para mais tarde aceitar convites no exterior. Seu legado perdura através de suas autênticas interpretações de Fado e da importância cultural de seu estabelecimento.

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  3. Museu de Lisboa - Casa dos Bicos

    A Casa dos Bicos, que abriga o Museu de Lisboa e é um Monumento Nacional, foi provavelmente construída por volta de 1523 por Brás de Albuquerque, filho do segundo governador da Índia Portuguesa. Sua fachada impressionante, inspirada em palácios renascentistas italianos, é marcada por pontas de pedra em formato de diamante, os "bicos". Este edifício singular, que resistiu ao terremoto de 1755, hoje abriga a Fundação José Saramago e um centro arqueológico com vestígios que vão da época romana aos dias atuais.

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  4. Igreja de São João da Praça

  5. Cazas para a Habitação dos Mercieiros

  6. Homenagem a Amália Rodrigues

    Criada por testamento de Amália Rodrigues em 1997 e fundada oficialmente em 10 de dezembro de 1999, a Homenagem a Amália Rodrigues funciona como uma instituição cultural e social. Sua missão é preservar e divulgar o legado artístico e humano da icônica fadista Amália Rodrigues. Um marco importante foi a inauguração da Casa Museu Amália Rodrigues em 24 de julho de 2001, concretizando seu desejo de abrir sua casa ao público. Esta fundação segue celebrando a cultura portuguesa e os valores de solidariedade.

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  7. Núcleo Arqueológico do Castelo de São Jorge

  8. Edifício dos Leões

    Erguendo-se com imponência na Rua do Ouro, este edifício histórico, outrora sede de uma importante instituição bancária, renasceu como um vibrante centro cultural. A sua arquitetura, que remonta ao início do século XX, é marcada pela sobriedade e pela presença marcante de esculturas de leões que lhe conferem o nome e o tornam um ícone da paisagem urbana. Atualmente, o espaço acolhe exposições de arte, celebra a memória bancária e promove a cultura, dialogando com o património e a contemporaneidade.

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  9. Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC)

    Fundado em 1911, o Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) nasceu de uma divisão de uma coleção de arte nacional anterior, com o objetivo de exibir a arte portuguesa a partir de 1850. Originalmente instalado em um antigo convento, o museu passou por uma grande reforma em 1994. Hoje, ele se destaca como uma instituição fundamental para compreender a trajetória da expressão artística portuguesa ao longo dos séculos.

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  10. Tamareira-do-Senegal

    A Tamareira-do-Senegal, originária do Norte da África, Madagascar e das Ilhas Comores, é uma espécie de palmeira muito especial. Seu crescimento único, com múltiplos caules que formam densos cachos arqueados, a destaca na horticultura europeia. Historicamente, esta região foi um importante centro do tráfico transatlântico de escravos, com Lisboa se tornando um dos principais portos de entrada para africanos escravizados a partir do final do século XV. A Tamareira-do-Senegal, com sua natureza resiliente, hoje embeleza jardins e espaços públicos, um testemunho vivo da diversidade botânica e de uma história que perdura.

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  11. Teatro da Trindade

  12. Atelier-Museu Júlio Pomar

  13. Jardim das Francesinhas

  14. Galeria Madragoa

Perguntas frequentes

Quanto tempo demora este percurso?

Cerca de 31 min de áudio em 14 paragens, cobrindo aproximadamente 14,2 km. Ao seu ritmo — o áudio toca automaticamente à medida que se desloca.

Este percurso é acessível?

Este percurso está classificado como: Parcialmente acessível. Consulte cada paragem para detalhes específicos de acesso.

Em que idiomas está disponível?

Este percurso está disponível em: English, Español, Português (PT), Italiano.

Preciso de ligação à Internet?

Não. Descarregue o percurso na app Tuggi e ouça offline — o áudio é ativado pela sua localização, sem usar as mãos.

Posso fazê-lo a pé ou de carro?

Este percurso foi pensado para um trajeto Moderada. O áudio adapta-se ao seu ritmo.

Ouça a história completa

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